Minha mulher e o negrão

Minha mulher e o negrão
Não era a primeira vez que eu flagrava minha mulher, de soslaio, observando outro homem.
Estávamos em um restaurante, entre uma garfada e outra ela resvalava os olhos à socapa, admirando aquele negro de quase dois metros a um canto.
Excitei-me.
Perguntei-lhe baixinho o que tinha aquele rapaz de especial, ela surpreendida resistiu em responder, mas à minha insistência disse:
– Sua cor, acho linda.
Concordei. Não puxamos mais assunto, terminamos a refeição e, à saída, sugeri a ela sentasse perto dele para conversar. Surpreendida mais uma vez, questionou minha atitude.
– Na verdade gostaria de ver até onde iria. Não tema, não vou ficar chateado.
Ela percebeu meu pênis ereto por baixo da calça. Resvalou os dedos nele discretamente e perguntou:
– Você gostaria disso?
Respondi que sim. Fiz que fui ao banheiro e a deixei aproximar-se dele. Demorei-me bastante, uns quinze minutos, propositalmente, para que a coisa engrenasse.
Quando voltei, ela chamou-me à mesa e apresentou:
– Este é meu novo amigo, o Jarbas. Convidei-o para ir em casa.
– Então vamos – respondi.
Notei que ela agora resvalava os dedos na calça dele, onde despontava um volume considerável. Deixei que fossem atrás enquanto retirava o carro do estacionamento e percebi rapidamente que ambos se beijavam. Fiquei excitadíssimo.
Já em casa, convidei-o para sentar-se no sofá e beber um uísque. Tão logo aceitou, disse à minha mulher que ficasse ao lado dele enquanto preparava a bebida. Desta vez. quando voltei-me com os copos, flagrei-os em um beijo e comentei:
– A coisa está quente por aí, não é?
Sugeri a ela retirasse a blusa e o sutiã, mostrasse a Jarbas seu corpo. Dei-lhe o copo de uísque e sentei-me na poltrona ao lado, observando ela desnudar-se parcialmente, os seios saltando fora, com o bicos túrgidos. Ele ainda olhou para mim como se quisesse saber se eu consentia, e ao meu sinal começou a acaricia-los.
– Seu caralho está muito duro, é melhor deixa-lo mais confortável – eu disse.
Ela foi rápida. Abriu-lhe as calças e deixou aliviado seu pênis, que ereto como estava, devia ter mais do que vinte centímetros.
– Bata uma punheta nele, querida – eu disse – que eu vou batendo uma aqui.
Ela mais do que depressa foi masturbando aquele membro negro. Logo em seguida começou a lamber a cabeça de seu pau e foi enfiando lentamente pela boca, em um movimento cadenciado. Ele gemia.
– Não vá gozar agora – resolvi advertir -, quero que você esporre na cona dela.
dea entendeu, parou um pouco o movimento com a boca e passou a lamber-lhe as bolas, aquele mastro entre as mãos.
Enquanto, já ajoelhada, fazia isso, retirei-lhe os sapatos, a saia e a calcinha. Disse-lhe para sentar por sobre ele, deixar que a vara entrasse em sua cona.
Agora era eu que estava de joelhos, bem perto, vendo o pau negro entrando na buceta da minha mulher, ela fazendo um frenético movimento de vaivém, ele agarrando sua cintura e gemendo baixinho.
– Fode minha putinha, fode gostoso! – eu dizia. Pedi-lhe que a chamasse de vadia, de vagabunda. Ele aceitou e começou a chama-la de vários nomes, ficou menos tímido.
Na minha visão privilegiada, percebi que por entre a vulva intumescida de minha mulher começou a escorrer o gozo dele, a princípio um fiozinho e, logo depois, saindo-lhe torrencialmente, branco como o leite.
– Recebe a porra na cona, puta! – exclamei excitado.
Aproximei-me mais e comecei a lamber sua vagina encharcada, ainda com o pau dele dentro. Senti o sabor acido dos líquidos em minha boca, do prazer entre macho e fêmea – minha fêmea, que entreguei a outro macho.
Depois disso ela aceitou – e até gostou – de ser minha puta compartilhada com outros machos e, sempre que pode, se satisfaz e me satisfaz com novas fodas, por vezes trazendo ela mesma alguém, por vezes à minha escolha.

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