Dormi com a minha irmã mais velha

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Dormi com a minha irmã mais velha
Minha irmã mais velha, que se chama Fabiane, dormia de bruços ao meu lado… Apesar da meia penumbra, conseguia ver sua bunda redondinha e polpuda. Com cuidado, afastei o lençol que a cobria parcialmente. Puxei a camisola curta para cima e fiquei apreciando a beleza daquela rabeta que vestia uma minúscula calcinha roxa!

Ela tem 1,66 metros de altura, tipo cavala, seios grandes, bem branquinha, de cabelos escuros e bem longos. Ela é realmente muito gata e sempre foi a que deu mais trabalho pra família, toda molecada queria namorar com ela. Agora, com trinta e poucos anos está mais gata ainda, botando muitas menininhas no bolso.

Somos um pouco diferentes. Ela puxou a mamãe e eu sou parecido com o papai. Sou mais alto, e com a pele mais morena. Sou tarado por coroas e perdi a virgindade com uma vizinha que era garota de programa. No começo eu não sabia. Quando descobri, tudo mudou, apesar de eu ter dito que não me importava com aquilo.

Mas deixa essa outra história para lá… O melhor é eu contar como acabei na cama da minha irmã. Fabiane sempre foi namoradeira e bem galinha e por causa disso, papai a mandou para a capital, na casa da vovó. Andava dando para todos na cidadezinha onde a gente morava, e como a cidade era pequena, ela já estava ficando mal falada!

Depois da faculdade, ela tomou juízo na cabeça e casou com um homem bem de vida. Meu cunhado tem um mercadinho e está montando uma filial numa outra cidade. E agora, prestes a inaugurar, vive mais lá do que aqui. E eu, quando fui nomeado para trabalhar num banco, tive de escolher entre três cidades. Optei pela cidade de minha irmã, já que tinha bastante opção de faculdades e uma irmã mais velha por perto. Ela é bem legal comigo!

Estou morando numa pensão, porém, quando o cunhado viaja, a seu pedido venho ficar em sua casa. Isso depois que um vizinho deles foi assaltado. Durmo no quarto do filho deles. E meu sobrinho, que ainda é bem novinho, fica junto com a mãe. Sem qualquer maldade, pois até então minha irmã era como se fosse homem para mim.

Naquela madr ugada escutamos um barulho esquisito. Os cachorros latiram sem parar. Acendemos as luzes e fomos olhar. Pelo jeito foi alarme falso, todavia, minha irmã, assustada e impressionada, pediu para dormir junto com ela e seu filho no quarto de casal. E acabei ali, vendo ela seminua, com ideias sacanas na cabeça. Fabiane dormindo profundamente do meu lado e a criança no berço…

Apesar de o colchão ser grande, estávamos meio amontoados. Encostei a perna em suas coxas alvas e lisinhas. O contato da pele com pele era agradável demais. Minha pica já estava dura e latejando. “Porra, como a Fabiane é gostosa! Ah, se ela não fosse minha irmã…”, pensei.

Tive de levantar, ir ao banheiro e tocar uma punheta. Meu cacete tem uns dezessete ou dezoito centímetros e é muito grosso. Gozei gostoso e depois fiquei um pouco envergonhado de ter batido uma bronha pensando na Fabiane.

Na noite seguinte, Fabiane pediu para dormir junto novamente. Outra vez aquela tortura e ideias i n c e s t u o s a s. Ela dormia de lado com a bundona virada para mim. Ergui o tronco e passei a mão de leve em seus peitos. Segurando a respiração e procurando não balançar a cama, abaixei a cueca…

Não pude resistir ao apelo daquela bunda gostosa. Com cuidado fui me ajeitando até encostar a cabeça do pau nos montes dela. Dei uma esfregadela no rego. Parei e esperei… Pela respiração pesada, seu sono era profundo. Com a ponta dos dedos abaixei a calcinha que ela usava.

Tremendo de tesão, encostei a cabeça do pau no meio da bunda. Sei lá onde estava com a cabeça naquela hora. Pressionei um pouco mais. Escorregou até a entrada da xoxotinha. Comecei a meter no meio dos lábios, pincelando pra dentro só a cabecinha, sem penetração completa. Estava quase gozando mas deu medo de esporrar, ia melecar tudo.

Ela se mexeu e com medo de acordá-la, parei. Desisti daquela loucura. Imagine se ela descobrisse! Dormi e tive um sonho meio louco, em que eu metia nela e em certa hora, não era a Fabiane. A mulher que eu estava comendo era minha ex-namorada!

Acordei assustado, sentindo uma mão alisando o meu pau. A cueca samba-canção tinha armado uma barracona e a mão da minha irmã alisava meu cacete por cima do tecido. Abri totalmente os olhos, incrédulos e a encarei. Fabiane percebeu meu despertar e continuou a acariciar, sem desviar o olhar do volume, ela disse: “Nossa, Nenê! Que bilau enorme! Como cresceu e ficou grande!

Surpreso, afastei a mão dela de cima da minha rola com certa rispidez. Jurei que era só tesão de mijo. Apesar de ter gostado do contato, falei chateado: “Para com isso! O que é isso!”. Minha irmã nem ligou para meu protesto brusco. Voltou a colocar as duas mãos e desta vez olhando para mim, disse autoritária: “Para com isso você, tá?! Eu já vi teu bilau um montão de vezes! Já peguei nele e lavei quando era um pequenininho! Agora que é um bilauzão, eu quero ver! Vamos, mostra aí!”.

Ela tentando abaixar a cueca e eu impedindo. Acabamos lutando e como sou mais forte, fiquei por cima. Ela se debateu um pouco e depois parou, totalmente entregue. Era delicioso demais sentir seu corpo quente e macio, dominado e debaixo de mim.

Se na luta minha piroca tinha ficado meio mole, de imediato, voltou a ficar dura como ferro. Agora não era só tesão de mijo. Era vontade de meter! Vontade de comer aquela mulher linda, gostosa e que era minha irmã! Recuei o quadril tentando esconder a ereção violenta…

Sua respiração era meio ofegante. Achei que era pelo esforço. Me fitava com cara de sacana, olhar desafiador. Sei lá se me testando, vendo até onde eu iria. A boca entreaberta pedindo para ser beijada. Suas mãos acariciavam minhas costas. Acho que ela também estava com vontade de me dar.

Dei um empurrão e corri para o banheiro. Me esforcei, urinei e mesmo assim nada do pau amolecer. Comecei a tocar outra punheta. Fabiane bateu na porta. Sua voz era uma tentação: “Abre aí, Nenê! Deixa de ser bobo! Tava só brincando!”.

Me segurei firme pensando naquela loucura toda. Será que ela tinha acordado à noite e percebido que brinquei na bucetinha dela? Estaria eu imaginando demais? Tudo errado porra, ela é minha irmã! Temos o mesmo sangue! Tudo bem que ela é bem safadinha. Já tinha andado com quase a nossa cidade inteira. Mas agora era uma mulher casada e mãe de dois filhos. Já pensou se meu cunhado descobre que eu tenho tara pela mulher dele?! Um rival fora de qualquer suspeita, o irmão pervertido dela!

Esses pensamentos martelavam minha cabeça mesmo quando estava trabalhando. A presença da Fabiane me fazia ficar corado e eu procurava evitá-la o máximo possível. Até que ela me pegou de jeito, com um papo sobre sexo: “Quantas mulheres você já comeu, Nenê?”. Deu vontade de cortar o assunto, porém, para não alongar, respondi de pronto: “Uma só!”. “Uma só? Nossa! Com a tua idade eu já tinha dado pra uns cinquenta!”. E riu, me zoando fortemente. Meio com raiva, devolvi: “Só uma, mas que valeu por cem, tá?!”.

Não queria falar mais. Porém, minha irmã tanto insistiu que acabei contando como foi a primeira vez e com quem. Só calou quando soube que ela era garota de programa e isso tinha sido a razão de estarmos dando um tempo. Pensativa, ela confidenciou: “Sei bem como é isso! Olha, não conta nada em casa! Também fui garota de programa por poucos meses, precisava de dinheiro e isso não quer dizer nada. Foi assim que conheci teu cunhado. Deu bobeira, engravidei e acabei casando com ele!”.

Aquela revelação foi chocante para mim. Talvez pior do que quando soube que a minha namorada dava por dinheiro. E puta que pariu, até minha irmã tinha sido uma puta? Porra, era bronca demais! De tão atordoado, nem falei nada.

Depois de saber esse segredo da Fabiane, fiquei com menos vergonha de desejar minha irmã. Quantos filhos da puta pagaram e comeram a buceta dela e até aquele rabão gostoso? Eu também queria mais do que ninguém comer ela. Meter de tudo que é jeito. Gozar e encher de porra todos seus buraquinhos.

Fabiane sempre se veste de maneira sexy e provocante. Naquela hora estava com um short curtinho de lycra bem enfiadinho na bunda, blusa tomara que caia e chinelinho. Sentei ao seu lado em uns “puffs” coloridos que ela tem no quarto e coloquei a mão em sua perna. Meu pau latejava de tesão. Ela desabotoou minha calça jeans e tentou abaixar o zíper. Me levantei para facilitar. Minha irmã, sem nada dizer, abaixou a cueca, libertando o mastro agoniado. Pegou e ficou admirando…

O contato das suas mãos macias, os dedos finos e delicados na minha vara, me provocavam arrepios. Ela me masturbou lentamente, apreciando a extensão da rola. Aproximou o rosto e deu um beijinho na cabeçona já úmida. Olhou em meus olhos com ar de safada e o abocanhou. Lambeu a chapeleta e colocou de novo, desta vez tentando inutilmente sugá-lo por inteiro. Acho que foi até a garganta!

Nisso, o barulho do portão sendo aberto nos alertou. Era o mala do meu cunhado que chegava em casa! Se eu fosse um cara correto, diria que fui salvo pelo gongo. Mas não, pelo contrário, interrompeu a realização de um sonho. O sonho de comer a gostosa da minha irmã!

Sei lá o que vai acontecer na semana que vem, quando ele viajar de novo. Vivo com vontade de comer a Fabiane. Corro para o banheiro e toco uma bronha. Depois que gozo, lembro que é uma loucura i n c e s t u o s a e que tudo deve ficar só na vontade, na fantasia…

Isso me deixa bolado… Se eu comer, vou me arrepender. E se não comer, acho que vou ficar arrependido também. Não sei mais o que fazer!

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