Um Piscar de Olhos

Um Piscar de Olhos
Mudei-me há um ano para uma zona residencial perto da cidade onde trabalho. Não conhecia la ninguém e imaginava que iria ser uma adaptação difícil. Zona de moradias, calma e pacífica, seria o local ideal para viver. Casado e sem filhos, a monotonia dos dias adivinhava-se comoda e relaxante.

Os meus vizinhos: de um lado, um pacato casal de idosos muito simpáticos, mas um tanto coscuvilheiros, não lhes poderíamos dar muita confiança. Do outro lado um casal, os dois na casa dos quarenta, com uma filha, dezoito aninhos de pura tesão.

Era rechonchudinha, não gorda, cheiinha, redondinha. Por volta de um metro e sessenta e cinco de altura e pele morena, linda. Cabelos lisos, compridos, castanhos acobreados. Usava óculos, aros de massa vermelhos bastante elegantes que deixavam adivinhar uns bonitos olhos castanhos. A sua boca, “meu deus!” a sua boca, perfeita, lábios vermelhos, carnudos. Imaginei o sabor daqueles lábios, como seriam quentes, imaginei aqueles lábios a percorrerem o meu corpo, a chuparem o meu membro, a acariciarem a sua cabeça. Os seus seios, redondos, magníficos, não muito grandes, como os queria ter nas minhas mãos, tocá-los com a minha boca, morder aqueles mamilos que às vezes queriam romper a roupa que os guardava. E o cu, o seu cu era simplesmente… Queria beija-lo, lambê-lo, apalpá-lo, arreganhá-lo, encostá-lo ao meu ventre e penetrá-lo.

A primeira vez que a vi, usava umas leggins pretas apertadas “Senhor!”, entre as pernas formava-se um papo de cona que eu sonhava ter na minha boca, ver esfregado na minha cara. Chamava-se Carolina.

Nos primeiros dias não a conseguia esquecer. Masturbei-me varias vezes a pensar nela, fodi a minha mulher a pensar nela. Mas isso foi passando, a compressão de que jamais ia comer aquela miúda foi-se apoderando de mim.

Entretanto a nossa relação com os vizinhos ia evoluindo. Matilde, a mãe de Carolina era uma senhora simpática no entanto parecia uma mulher triste. O pai dela, pelo contrário era muito pouco sociável, poucas palavras troquei com ele.

Trabalho muito cedo, pelo que também chego cedo a casa, geralmente umas três horas antes da minha mulher. Trocava algumas frases de circunstância com Matilde, que por estar desempregada, se encontrava quase sempre em casa ou melhor, á entrada desta. O seu marido que era engenheiro de qualquer coisa, chamava-se Jorge, poucas vezes o via.

Quanto a Carolina, as vezes em que a via e trocava algumas palavras com ela, palavras circunstanciais é claro, faziam com que imagina-se mil e uma maneiras de a foder.

Um dia porém, a um domingo á tarde ia mais a Joana, a minha mulher, até ao café, como fazemos normalmente. Ao passar em frente a casa de Matilde esta encontrava-se sentada mais uns conhecidos seus á volta de uma mesa que tinha no jardim em amena cavaqueira. Trocámos cumprimentos e eu em despedida pisquei-lhe o olho. Não sei porque fiz isso, não sei se mais alguém reparou. A minha mulher não com certeza. Para mim não passou de um cumprimento mais informal mas, para ela foi muito mais que isso. Um sorriso iluminou a sua cara e os seu olhos brilharam.

A partir desse dia, sempre que chegava do trabalho ela encontrava-se no jardim, tinha-mos uma conversa acerca da vida, acerca de banalidades, acerca da filha dela. Nunca falámos dos nossos casamentos, transformara-se num assunto tabu. Contei-lhe que tinha jeito para arranjar computadores e após ela se queixar que o seu portátil estava com problemas, ofereci-me para dar uma vista de olhos, para ver qual era o seu problema.

Não era uma mulher muito vistosa, mais ou menos da minha altura, um metro e setenta, de pele morena, cabelo comprido de um castanho bem escuro, quase preto ligeiramente encaracolado. Era bonita de cara, olhos profundos castanhos, um nariz perfeito e boca com uns lábios grossos bem definidos. Magra, não em excesso, as roupas que vestia não deixavam ver mas adivinhava uns seios de tamanho médio ligeiramente caídos e o cu parecia ser jeitosinho. Sim agora começava a aprecia-la.

Passaram algumas semanas até que um dia ela não me esperava, como era habitual. Entrei em casa e sentei-me no sofá a ouvir música, como gosto de fazer, tinha comprado um cd de Michael Bubblé ao vivo e estava a apreciá-lo. Tocou a campainha da porta.

Abri a porta e ali estava ela. De robe azul floreado, cabelo molhado, emanava um perfume, cheiro a coco, não muito intenso, que me inebriou. Soube naquele momento que queria fode-la, descobrir que maravilhas se escondiam debaixo daquele robe. Nas mãos trazia o computador.

– Boa Tarde José, acho que o meu computador avariou de vez…

– Olá, entre. Vamos ver o que isso tem. – Disse, encaminhando-a para a sala e para o sofá, baixando a música.

Ela sentou-se, de pernas juntas, computador ao colo e eu a seu lado. O robe, entreaberto em cima deixava ver a lingerie preta, rendada que usava, deixava ver a forma dos seus seios, belos como eu imaginara, um pouco caídos mas belos. Ela estava ali para eu a foder, tive a certeza e agora cabia-me a mim avançar.

– Posso!? – Disse eu, não dando tempo para que respondesse, retirando o computador do seu colo tocando propositadamente nas suas mãos e olhando-a nos olhos. Aqueles olhos suplicavam por sexo, ela estremeceu e eu rebentava de tesão. O meu caralho queria rebentar por debaixo da roupa.

Nem sequer olhei para o computador, pousei-o em cima de uma mesa que tinha ao lado do sofá.

– Desculpe vir chateá-lo, deve estar cansa… – Não deixei que acaba-se a frase, já estava em cima dela, os meus lábios a centímetros dos delas Respirava o seu ar, sentia o cheiro do seu hálito, tinha cheiro a tabaco, que não gosto mas estava louco de tesão e nada disso importava. Esperei por ela e ela veio ter comigo. Os nossos lábios agarraram-se um ao outro, a nossa saliva misturou-se e as línguas dançaram junto dentro das nossas bocas. A minha mão esquerda agarrou-a firme pela cintura, puxando-a contra mim. Senti os seus seios contra o meu peito. A direita foi directamente ao seu cu, agarrando a sua nádega, que era firme e grande, depois desceu pela parte de fora da sua coxa, entrou pelo robe, subiu pela parte de dentro, quente e macia até á sua cona. Esfreguei-a por cima das cuecas e ela soltou um gemido. Tinha-me libertado dos seus lábios e percorria a sua orelha com a minha língua, cheirava o seu cabelo, a sua pele, mordia o seu pescoço.

As suas mãos abriram as minhas calças e libertaram o meu caralho, nas suas mãos vibrava, ela começou a esfrega-lo. Ela não poderia continuar, eu estava já muito maduro e explodiria a qualquer momento.

Levantei-me, puxei-a para cima:

– Quero-te ver nua. – Pedi-lhe enquanto acabava de me despir.

Ela olhou-me nos olhos e começou a despir-se. Estava em forma, tinha um corpo magnifico, tinha a rata rapada, com um pequeno tufo de pelos em cima.

– Hummm! Quero essa cona!

Ela sorriu. – Gostas?

– Se Gosto….

Deitei-a em cima do tapete. Beijei-a, ou melhor, comi-lhe a boca, desci ao queixo, ao pescoço. Perdi-me nos seus seios, cheire-os, toquei-lhes com os lábios, lambi-os, mordisquei os mamilos, estavam rijos, entumedecidos. Não perdi mais tempo, segui para onde estava desejoso de chegar. Queria aquela cona na minha boca. Estava molhada, saborosa. Adorei o sabor acre e salgado daquele melaço na minha boca. Passei-lhe com o nariz, toquei suavemente no clitóris.

– Oooooooooooh!

Ela gemia, contorcia-se, tentava fechar as pernas que eu segurava vigorosamente e mantinha bem afastadas. O cheiro da sua cona dominava os meus sentidos. Continuei com os lábios, penetrei-a com a língua repetidamente.

– OH Meu Deus!

Ela veio-se na minha boca.

Saltei para cima dela, não a deixaria respirar, mais um linguado magnífico e o meu caralho enterrava-se carinhosamente na sua cona, vibrava e estremecia por cada centímetro conquistado. Ela estava muito molhada mas estranhamente e maravilhosamente, bem apertadinha. As primeiras investidas foram descontroladas mas logo ganhámos um ritmo e dançava-mos um contra o outro compassadamente, num turbilhão de prazer que se parecia aproximar do clímax.

Deixei-me cair para trás e puxei-a para cima de mim.

– Agora fode-me tu. – Comandei.

Ela pareceu-me um bocado assustada mas deu-me um sorriso, apoiou os pés no chão e começou-me a cavalgar a piça.

A visão daquela mulher em cima de mim, a foder-me era fantástica. Os cabelos balançavam no ar emanando o seu inebriante aroma. Os seios saltavam ao sabor ritmado das investidas que eram cada vez mais rápidas e violentas, enviando salpicos de suor que me atingiam suavemente na face. Os músculos das pernas, brilhantes e vivos, definidos devido ao esforço, moviam-se para impulsionar aquele corpo para cima, apoiando-o depois na queda. A cona, maravilhosa, subia e descia pelo meu caralho, húmida, suculenta, deixando fios de mel.

Massajei-lhe o clitóris com os dedos.

– Ooooooooooh! – Gemeu.

Ela cavalgava-me loucamente. Dei-lhe as mãos. Ela apoiou-se nelas com uma força descomunal. Ganhou mais velocidade. As suas investidas eram de uma violência brutal. Estava a adorar aquela foda, estava quase a vir-me. Ela também. A sua cara em espasmos de prazer. Da sua garganta gritos abafados mostravam que o final glorioso se aproximava.

– Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaah!- Gritou.

– Ooooooooooooooooooooh!- Gritei.

A sua cona encheu-se de líquido, o meu caralho continuava a vibrar dentro dela. Eu tinha os olhos fechados. “Que bela foda” pensava. O meu caralho estremeceu mais uma vez e deitou mais leite dentro daquela cona quente e maravilhosa.

Abri os olhos, ela tinha o rosto banhado de lagrimas, murmurava.

– Aquele filho da puta há dois anos que não me procura…

A piça estremeceu mais uma vez. Puxei-a para mim. A sua cabeça no meu peito. Ela chorava e soluçou:

– Há dois anos que aquele cabrão não me manda uma foda!

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