Primeira e Última Traição

Primeira e Última Traição
Para o feriadão da virada de ano de 2004/2005, alugamos uma casa num condomínio de beira de praia em Bertioga-SP dividindo despesas com outros dois casais de amigos e vizinhos, José Carlos e Cida e Marcos e Bia.
Saímos numa caravana de três carros da garagem do prédio onde moramos em São Paulo e fizemos uma rápida parada antes da estrada para pegarmos a sogra e cunhado do Marcão na casa deles. O cunhado, que se chama Renato, na época com 24 anos, forte e muito bonito de rosto e corpo e solteiríssimo.
A permanência de Renato conosco durante o feriado, me incomodou bastante. Não por ciúme, ou por qualquer demonstração de interesse por parte de minha esposa, Ana Lú, mas pelo fato do Marcão não haver sequer nos comunicado da presença dele, mas, paciência, já que estava, deixe ficar. A casa era enorme, havendo nela quartos em quantidade suficiente para acomodar os três casais mais a dupla sogra e cunhado do Marcão.
Desfeitas as malas, fomos todos para a piscina ao invés da praia, pois o dia amanhecera quente, mas nublado. Marcão, Zé e eu nos sentamos na sombra da cobertura da churrasqueira. Dona Ilda, a sogra, se sentou na beira, molhando os pés. Ana Lú, Bia, Cida e Renato caíram na água e se puseram a brincar de bobinho com uma bola de vôlei. Atento ao garotão, percebi que toda vez que Lucia pegava a bola, Renato a cercava com os braços e, por vezes, chegava mesmo a abraçá-la sob o pretexto de lhe tomar a bola. A mim, pareceu que Marcão também percebera o que acontecia e chamou o cunhado pra se juntar a nós, o que infelizmente não aconteceu, pois as mulheres intercederam, pedindo que Renato continuasse no jogo. Retomada a brincadeira, no instante seguinte, a bobinha encarregada de tomar a bola dos outros era a Ana Lú e, diferentemente das mulheres, que quando Ana Lú se aproximava jogavam a bola pro próximo, Renato se valia da estatura para evitar que ela a alcançasse. Erguendo os braços, ele obrigava que Ana Lú pulasse diante dele resultando no contato físico entre o corpo dos dois. Pra não criar confusão, procurei desviar minha atenção me concentrando mais na conversa que levava com Zé e Marcão. Mas, vez por outra, as gargalhadas exageradas nos obrigavam a olhar e numa dessas olhadelas, vi Renato, virado de costas para as mulheres segurando a bola com as mãos erguidas. Ana Lú se posicionou atrás dele e, se esforçando para pegar a bola, pulava e encostava, sem poder evitar, ous seios nas costas dele. Depois de um pulo, pensei ter visto uma das mãos dela percorrer o abdome do rapaz, parando na altura da sunga dele. Foi por uma fração de segundos, mas posso jurar que a vi tocando e apalpando o volume contido pela sunga.
Não me foi possível ter certeza, já que o nível d’água estava pouco abaixo da altura do umbigo do rapaz e acima da sunga dele. Mas pela troca de olhares entre os dois, alguma coisa de real acontecera.
Uns dez minutos depois, Dona Ilda pede que Renato vá até o quarto pra buscar um protetor solar pra ela, mas antes mesmo que ele pudesse responder, Ana Lú se ofereceu a ir no lugar dele, dizendo pra senhora que ela já estava pra subir pra pegar um protetor pra ela e pra mim e que pegaria o dela, também.
Ana Lú, que na época já chegava na casa dos cinquentinha ainda era uma mulher muito gostosa, saiu da piscina exibindo sua invejável bunda, exposta pelo biquíni, que nem era pequeno, mas que de tanta movimentação no jogo se escondia entre as fartas nádegas dela. Renato saiu em seguida pro banheiro, desaparecendo quando entrou na cozinha.
E, na hora, me veio o seguinte pensamento: Mas esse puto não viu que tem banheiro aqui fora?
Passaram-se dez minutos e nada dos dois voltarem. Pelo meu pensamento, mil coisas se passaram, numa tortura que eu mal conseguia disfarçar. Inventei que me esquecera de tomar meu remédio pro controle da pressão e falei que subiria, mas voltaria logo.
Dentro de casa, vi que o lavabo estava vazio.
Filhos das putas! Pensei.
Subi os degraus da escada devagar, com cuidado pra não fazer barulho e antes mesmo do primeiro patamar, entre a respiração ofegante de ambos que já podia ouvir, pelo silêncio, me veio a imagem dos dois se beijando. De repente, ouço a voz da Ana Lú:
– Tava com muita vontade disso.
– Eu também tava. O filho da puta respondeu.
Gelei!
E até agora ainda não sei descrever a sensação que me dominou naquele momento. No primeiro segundo achei que fosse desmaiar. No segundo depois minha vontade foi de vomitar. Já no terceiro, senti um misto de tristeza, decepção, ciúmes, raiva e tesão. Isso mesmo; tesão. E confesso que, surpreso comigo mesmo, me excitei com aquilo. Foi só então que me veio coragem e decidi espiar.
Vi quando Ana Lú tirava o pau do Renato de dentro da sunga.
– Que pau gostoso. Grosso, do jeito que eu gosto.
A cara do puto eu não vi, mas deve ter sido de satisfação, mas o pau dele, deu pra eu ver que Ana Lú tinha razão. Era um cacete de dar inveja. A mão dela, pequenina como ela, sequer se fechava em torno daquele caralho. Vi também quando ela fez que iria chupar, mas apenas o beijou na ponta da cabeça.
– Não vai dar tempo pro que quero fazer com ele. Vamos.
Mas Renato sequer a ouviu e assim que ela se ergueu, ele a imprensou de costas na parede, a abraçou, enfiando a pica no meio das pernas dela.
Mas que piranha – pensei. E eu que achava que tinha uma santa em casa. Quantos chifres essa vaca já não me pôs na cabeça? Garanto que esse não é o primeiro.
Mas eu estava enganado. Depois, naquele mesmo dia, ela me garantiu que esse fora realmente minha primeira galhada e, numa outra ocasião, que não seria a última…
Afastei-me da janela pra que não me vissem. Depois, percebendo que estavam ocupados demais para pensar na porta aberta, voltei a espiar.
– Ai… Que delícia! Que pau gostoso.
Quando recuperei a visão dos dois, o cacete do Renato já estava dentro da buceta dela, entrando e saindo em rápidos movimentos, parecendo que os dois estavam com pressa. Ana Lú, que estava na pontinha dos pés, curtia cada movimento dele dentro dela, suspirando e rebolando a cada pirocada que recebia. A posição deles não devia estar confortável, muito provavelmente, devido a diferença de estatura. Para acabar com o incômodo, Renato a segurou pela bunda e a ergueu, nivelando a virilha deles. Ana Lú, que adora ser fodida assim, o envolveu com as pernas, arreganhando a buceta, facilitando a penetração.
A mim, me parecia sentir o tesão dela como se eu estivesse na pele dele.
De fato, eu não me enganara, pois nem se passaram cinco minutos e as pirocadas ficaram mais intensas e violentas, que pelo som delas era possível perceber o quanto que a buceta dela estava encharcada. Agora, Ana Lú gemia alto, pedindo que Renato não parasse, anunciando seu orgasmo, que não tardou a chegar.
Ana Lú gemeu, se contorceu, como sempre faz quando goza comigo, mas eu nunca a vi gozar tão rápido. Estou acostumado em vê-la gozar duas, três até quatro vezes numa transa. Mas aquele orgasmo relâmpago me convenceu do quanto Renato a deixara excitada. Depois, ela me contou que sua excitação não fora tanto por causa dele, mas, sim, por causa da situação da trepada.
Renato se desconcentrou e dançou. Ana Lú se desvencilhou dele, o interrompendo.
– Não, não. Chega. Já demoramos demais e o Maurício vai desconfiar.
Renato protestou, argumentou que não havia gozado. Mas Ana Lú o venceu dizendo que ainda teriam mais dez dias pra se curtirem.
– Numa outra hora eu te recompenso. Não vamos estragar tudo numa única vez. Ainda quero mais desse pau gostoso.
Puto da vida, Renato ergueu a sunga e saiu com pressa, sem sequer se importar ou pelo menos demonstrar surpresa ao me encontrar subindo a escada da casa. Pra dar um tempo pra que Ana Lú ouvisse e se recompusesse, perguntei a ele se havia acontecido algo, antes de entrar no quarto perguntando pra ela onde estava o meu remédio.
Até o fim do feriadão, Ana Lú teve tempo e oportunidade mais que suficiente pra cumprir sua promessa de recompensá-lo. Infelizmente, eu não tive a oportunidade de assisti-los, mas noutro dia ela confessou pra mim que trepara com ele outras 3 vezes durante o feriadão, todas na praia, quando os dois sumiam cedinho de casa com desculpas que fariam caminhadas.

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