Minha história sexual – Da infância até hoje

Minha história sexual – Da infância até hoje
Pelo que li por aqui, boa parte das histórias tratam-se apenas de fantasias, mas aqui vai minha história 100% real. Trata-se de algumas das minhas experiências sexuais, da minha infância até hoje. Também vou esclarecer logo no início que hoje não sou gay, mas também não tenho absolutamente nada contra quem é. Não vou falar minha idade, mas sou casado com uma mulher maravilhosa (em todos os sentidos – corpo e cabeça) e já fizemos bodas de prata há alguns anos atrás. Este história é um pouco longa, mas garanto que vale a pena ler até o final, tenho certeza que muitos vão bater punheta enquanto a leiem e muitos ficarão surpresos com o final.
Minha primeira lembrança de um ato sexual remonta aos meus 7 a 8 anos de vida. Nessa época, eu morava em Portugal, terra onde nasci. E como se deu essa primeira experiência? Eu, como toda criança dessa idade, tinha curiosidade sobre como seria fazer sexo, mas evidentemente nunca tinha visto e nem ouvido nada relativo a sexo, até que um dia um amigo de escola (Adelino), com uns 2 anos a mais do que eu me propôs que déssemos uma foda (o termo usado era exatamente esse “vamos fazer uma foda”). Concordei e fomos para o meio de uma plantação de milho de meus pais. Ali tiramos todas as nossas roupas e começamos: primeiro ele me pediu para chupar seu pau (pau é um pouco exagerado para o tamanho, mas…), estranhei, mas concordei e comecei a chupá-lo, como se chupa um pirulito. Depois ele disse que era a vez dele, e começou a chupar meu pau, e aí eu comecei a gostar mesmo desse negócio de sexo.
Depois de alguns minutos nos revezando nas chupadas, ele disse que para a relação ser consumada ele tinha que enfiar seu pau no meu cu, e depois eu enfiaria o meu no dele, assim, partimos para a ação. Ele, com o pinto duro, foi o primeiro a me comer: adorei aquilo, acho que aquele pintinho pequeno, mas duro e totalmente lisinho por causa da minha saliva entrando e saindo do meu cuzinho foi uma das melhores sensações sexuais que tive até hoje, nunca me esqueci dessa sensação. Até hoje quando penso nisso me dá uma vontade de fazer de novo e só em lembrar já fico de pau duro. E ali ele ficou, vários minutos, e eu rezando para que aquilo não terminasse nunca, o coração devia estar a mil por hora com aquela sensação maravilhosa. Depois ele me disse que era minha vez e eu, embora contrariado, tratei de cumprir com a minha parte. Ele se posicionou de quatro e eu, também com o pau duro por causa do momento, pedi para ele dar mais uma chupadinha para lubrificar e facilitar a entrada. Ele deu mais uma bela chupada, eu fui para trás dele, e soquei meu pau no seu cu por vários minutos, na verdade, aquilo estava tão bom que eu perdi a noção de tempo, mas creio que fiquei mais de 5 minutos com o pau no cu dele.
Depois pedi para que ele enfiasse novamente seu pau no meu cu, e ele concordou, e novamente eu lhe fiz uma chupeta e ele mandou ver. O pau dele não era muito maior do que o meu, mas eu achava enorme e de início tive medo que fosse doer muito, mas novamente o que veio foi aquela sensação deliciosa e inesquecível de prazer. Depois de mais alguns minutos nos vestimos e fomos embora, deixando acordado que faríamos isso tudo novamente assim que fosse possível.
E foi possível no dia seguinte e também várias vezes nos anos seguintes. As últimas vezes que tivemos relações foi na casa dele. Nessa época eu estava com 11 anos e ele com 13 a 14 e eu dormia eu sua casa com muita frequência. Meu pau ainda era pequeno, mas o dele, quanta diferença. Tinha engrossado e crescido bastante em relação à primeiras vezes. Ele já tinha vários pelos na região pubiana, enquanto eu não tinha nenhum, e eu continuava gostando mais de dar o cu do que comer, embora às vezes devido à pouca lubrificação eu sentisse um pouco de dor devido à grossura do seu pau, mas mesmo assim adorava aquilo. Claro que com essa idade ele já ejaculava, e me dizia que era normal que ejaculasse dentro de mim. E me lembro perfeitamente que sua ejaculação era precedida de movimentos bem mais rápidos do que os habituais, e logo após ele tirava o pau, lambuzado e mole do meu cu. Em uma das vezes, ele pediu para eu chupar seu pau assim que o tirou do meu cu. Eu fiz isso e ele adorou, pediu para eu continuar por alguns minutos e logo após estava de pau duro novamente e acabou gozando na minha boca. Confesso que fiquei com um pouco de nojo, mas depois, quando pensava nisso, ficava com uma vontade enorme de fazer novamente. Então, em outra ocasião, pedi para que gozasse novamente na minha boca e assim passei a gostar também do gosto, e começamos a fazer sempre assim: primeiro ele gozava no meu cu, então eu começava a chupar seu pau até que ficasse duro novamente e ele gozava na minha boca.
Durante esse período eu me relacionei com mais uns 2 ou 3 garotos da minha idade, mas não era a mesma coisa. O pau deles nem endurecia direito e eu tinha medo que contassem para mais alguém que eu preferia dar o cu do que comer o cu deles. Essas lembranças jamais sairão da minha memória, são maravilhosas, e como eu disse, até hoje fico com tesão quando lembro, mas eu comecei a entender realmente o que era sexo quando viemos para o Brasil, quando eu ainda estava com 11 anos.
Aí começou uma fase totalmente nova na minha vida: escola diferente, amigos diferentes, parentes diferentes, encontrei um pouco de dificuldade com a língua, ou seja, no início foi meio traumático. Além de tudo eu havia perdido meu parceiro de relações sexuais, mas as coisas começaram a ficar interessantes logo depois que chegamos.
Inicialmente ficamos morando na casa de uma tia, irmã do meu pai, por aproximadamente 45 dias. Essa tia tinha uma filha única com 15 anos que era linda chamada Maria Lúcia, mas eu jamais olharia para ela com maldade, afinal era minha prima e eu, sinceramente, nem tinha idade para olhá-la com maldade, aliás, se fosse um menino com essa idade, com certeza eu olharia com outros olhos, mas a verdade é que ela tinha maldade – no bom sentido -, e muita.
Alguns dias depois que chegamos, em um dia de verão, nossos pais estavam trabalhando e nossas mães tinham ido para o Centro de São Paulo para fazer umas compras, ou seja, estávamos sozinhos. Nesse dia deu uma chuva forte no início da tarde e assim que ela passou fomos brincar em um gramado no fundo do quintal. A gente corria e se jogava no gramado e ia escorregando quase até a cerca. Logo de início eu percebi que minha prima estava sem soutien, ela estava com uma camiseta branca e o bico dos seus peitos quase varava a camiseta. Eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela, ela sabia que eu estava olhando e parece que cada vez se molhava mais ainda de propósito, para os peitos aparecerem mais ainda. Depois de alguns minutos brincando, eu disse que iria tomar um banho, ao que ela respondeu prontamente “eu também vou”. Eu disse que então ela podia ir e eu iria depois dela, mas ela explicou que o “eu também vou” significava que iria junto comigo.
Minha cabeça virou um turbilhão, afinal até essa idade a única pessoa que eu tinha visto nua algumas vezes era a minha mãe, aliás, eu tive um tesão desgraçado pela minha mãe alguns anos depois, porque ela era um verdadeiro tesão, mas vou falar sobre isso mais adiante. Bom, voltando à prima, fomos para o banho. Ela falou para eu entrar primeiro no banheiro enquanto buscava as toalhas, eu entrei, liguei o chuveiro e tirei a camiseta e a bermuda, ficando de cueca. Logo depois ela entrou começou a rir: “você toma banho de cueca??? Arranca isso, banho se toma pelado!”. E começou a arrancar sua roupa, primeiro o short depois a camiseta e por fim sua calcinha. Quando vi sua bucetinha peluda, quase surtei, embora já tivesse visto a da minha mãe, mas era outra sensação. Quando ela acabou de tirar a roupa eu já estava sem cueca e não teve jeito: mesmo tendo apenas 11 anos, fiquei de pau duro. Ela logicamente era mais alta do que eu e quando se aproximou de mim embaixo do chuveiro minha cabeça ficou praticamente na altura de seus peitos.
Eu não tinha como disfarçar, os peitos dela eram lindos, ela era muito branquinha e tinha os bicos bem rosados. Aí ela começou a me provocar: “o que foi, nunca viu?”. Eu mal conseguia responder, mas balbuciei que já tinha visto sim, que via minha mãe nua com frequência. Ela perguntou: “Quem tem os peitos mais bonitos, eu ou sua mãe?”. Eu disse que os da minha mãe eram muito bonitos mas que os dela eram fantásticos. Ela novamente: “Quer chupá-los?”, e eu não tive dúvidas, já estava com a boca perto deles, então comecei a lambê-los, ela me guiando de um para outro, pediu que eu mordiscasse de leve o biquinho e pegou minha mão trêmula e enfiou no meio de suas pernas, explicando como eu devia fazer para ela também sentir prazer. Ela ensaboou bem a bucetinha peluda e me pediu para ir esfregando meu dedo médio bem de leve em um determinado ponto. Ao mesmo tempo ela pegou meu pequeno pau e começou a me bater uma punhetinha. Eu fiquei até assustado com os gemidos dela quando começou a gozar, mas não parei, ela continuava segurando minha mão pelo punho com uma das mãos e batendo punheta pra mim com a outra, dessa forma ela determinava todo o ritmo da punheta. Alguns minutos depois ela gozou e eu achei sensacional aquela reação dela. Mas eu queria continuar e ela então me explicou que era assim mesmo, depois que se chegava ao orgasmo a gente não queria continuar, mas que eu entenderia isso daí a alguns anos, quando eu também gozasse.
Eu nunca havia imaginado que podia haver coisa melhor do que chupar um pau e dar o cu, mas a partir daí comecei a mudar meus conceitos. Desse dia em diante, todas as oportunidades que a gente tinha de praticar alguma atividade sexual a gente praticava. Normalmente eu ia para a casa dela no meio da tarde, pois estudávamos de manhã e eu já sabia que a essa hora ela estava sozinha em casa e não teríamos problema em “brincar” à vontade. As primeiras vezes foram mais ou menos como no banho, mas feitas na cama, ou seja, eu batia uma punhetinha pra ela, chupando seus peitinhos deliciosos e ela batia uma punhetinha pra mim, simultaneamente.
Depois de algumas vezes dessa forma eu pedi pra ela deixar eu enfiar meu pau na sua buceta. Ela não concordou, disse que no máximo eu podia enfiar meu dedo, mas bem devagarzinho, pois tinha medo de perder a virgindade. Então tudo bem, passei a enfiar o dedo, sempre com muito cuidado, deslizando do clitóris pra dentro de sua bucetinha, que sempre ficava muito lambuzada, e ela gozava, lindamente, com gemidos baixinhos e gritinhos de “continua, continua…”. Um dia, devido à minha insistência de enfiar meu pau na buceta dela, chegamos a um acordo: ela tinha medo de perder a virgindade na buceta, então a solução seria eu comer seu cuzinho. Beleza, adorei a ideia, e a partir da primeira vez que comi seu cu, aquilo virou um vício, tanto pra mim, quanto pra ela. E com meu pau começando a engrossar, já co meus 12 anos completos, meu prazer aumentava muito, a ponto de ter minha primeira ejaculação, dentro do cuzinho dela, pouco antes de completar 13 anos.
Quase desmaiei de tão bom que foi aquilo, então pude entender porque o Adelino fazia aquelas caras e dava aqueles gemidos quando gozava no meu cu ou na minha boca. A essa altura, minha prima deixava que eu esfregasse meu pau na sua bucetinha, mas tomando o máximo cuidado para nunca enfiar, quando muito, uma pequena entradinha apenas da cabeça dentro da sua buceta, o que pra mim já valia muito. Continuamos “brincando” assim por algum tempo ainda, ela permitia que eu gozasse dentro do seu cuzinho, mas nada de enfiar meu pau em sua buceta, acho que essa é a causa de até hoje eu ter um tesão enorme por comer um cuzinho. A gente conversava muito sobre sexo e também sobre outras coisas, claro, e um dia eu confessei a ela, temendo que ficasse brava comigo, que morria de vontade de ver a mãe dela, minha tia, pelada. Pra minha surpresa ela disse que era normal, que ia me ajudar com isso, e realmente ajudou.
O quarto dos pais dela tinha a janela voltada para o fundo do quintal, e não havia nenhuma casa por perto de onde se pudesse ver essa janela. Ela me explicou que todo dia sua mãe tomava banho pouco antes da novela das 8 e saída do banheiro nua e ia se vestir no quarto. Bastava eu ir para algum lugar no fundo do quinta, ficar perto da janela e ela me daria um toque quando sua mãe entrasse no quarto. Fiquei com medo que minha tia me visse, mas estando no quarto com a luz acesa não dava pra ver nada lá fora, então eu podia ficar bem próximo da janela.
A primeira vez que fizemos isso foi emocionante, meu coração batia descompassado enquanto eu esperava lá fora. De repente ela me deu sinal para me posicionar e eu fui, fiquei a uns 2 metros da janela olhando para a porta. Quando minha tia entrou eu quase tive um orgasmo, ela era baixinha, quase 40 anos, mas seu corpo era perfeito. Tinha a buceta bem peluda, que era padrão na época, e os peitos espetaculares, um pouco maiores que os da Lúcia, branquinhos com os bicos muito rosados, enfim, maravilhosos. Ela foi à frente de um espelho, se penteou, conversou com a Lúcia e só depois de alguns minutos vestiu a roupa. A essa altura eu esfregava meu pau, imaginando como seria uma trepada com essa mulher maravilhosa.
A partir desse dia, isso virou um hábito, quase todos os dias eu pulava para o fundo do quintal da tia, esqueci de mencionar que morávamos lado a lado, e ficava aguardando ela entrar no quarto e batia uma punheta ali mesmo, vendo o corpo espetacular dela. Depois da primeira vez, quando fui “brincar” com a prima, ela me disse que se eu quisesse poderia ir ver esse espetáculo todo dia e perguntou o que eu tinha achado de sua mãe. Eu disse que a achei maravilhosa, mas menti, dizendo que seu corpo era mais bonito que o da tia. Ela me disse que sua mãe era bem liberal, que talvez nem ligasse para o fato de que eu ficava espiando, que um dia ia falar isso pra ela. Eu fiquei apavorado com essa possibilidade, imaginando que se a tia ficasse sabendo e contasse para os meus pais, provavelmente eu levaria uma surra gigantesca, embora eles não tivessem o hábito de me bater.
Mas, finalizando essas aventuras sexuais com minha prima, continuamos trepando por mais uns 2 anos da mesma forma, ou seja, eu podia comer apenas seu cuzinho, até que um dia, logo depois do meu aniversário de 15 anos, ela falou que queria que eu tirasse o seu cabaço, pois estava namorando um rapaz de sua escola e que eu merecia tirar seu cabaço mais do que ele. Claro que até aí eu nunca tinha comido nenhuma outra mulher e fiquei muito ansioso com a perspectiva desse ato. Combinamos que eu jamais poderia gozar de sua buceta, que quando estivesse sentindo que ia gozar tinha que tirar o pau da buceta e enfiar no cuzinho. Beleza. Foi excitante e tenso ao mesmo tempo, começamos como em outras vezes, enfiando primeiro a cabeça e forçando aos poucos, em estocadas leves, até romper o hímen. Isso deve ter demorado uns 10 minutos, e quando eu já estava com o pau totalmente dentro dela, maravilhado com a sensação, comecei a sentir que ia gozar. Tirei o pau e disse que ia enfiar no cu, mas ela fez diferente, pela primeira vez ela pediu para eu gozar na boca dela. Imaginem a sensação, sensacional. Depois dessa primeira vez continuamos nosso relacionamento da mesma forma, sempre que tinha uma chance, lá íamos nós, eu sempre tomando muito cuidado para não gozar em sua buceta, ou ia para o cuzinho e gozava dentro ou ela me pedia para gozar em sua boca. Em algumas vezes eu a beijava na boca logo depois de ejacular nela, e assim sentia o gosto da minha própria porra, e ela achava isso sensacional. Isso durou até eu ter mais ou menos 16 anos e meio, quando comecei a namorar uma garota vizinha.
Então, nessa época, mudou quase tudo. Eu ainda a comi algumas vezes durante uns 4 ou 5 anos, mas já não era a mesma coisa, afinal ela estava noiva e eu vivia namorando e comendo outras meninas, ou seja, além do perigo de sermos descobertos, não tínhamos muito tempo. Ela se casou com mais ou menos 23 anos e alguns anos depois ficou viúva, seu marido morreu relativamente jovem com um problema cardíaco, mas não é disso que quero falar.
Certo dia, em uma festa na casa dos pais dela, todos já tinham bebido um pouco exceto eu, que até hoje não sou chegado a bebidas alcoólicas, e a tia veio falar comigo em um cantinho meio isolado. Começou a falar sobre minha infância, que eu era um menino lindo e educado e continuou a falar em como eu havia me transformado em um homem tão bonito. Eu mesmo nunca me achei tudo isso, tenho apenas 1,71m e meu maior atrativo eram os olhos verdes e o corpo esculpido pela grande prática de esportes, eu fazia natação 3 vezes e jogava bola de 2 a 3 vezes por semana. No meio da conversa ela me disse que sabia que eu a espionava desde a primeira vez que aconteceu, que tinha combinado isso com a Lúcia, e que quando sabia que eu estava observando ficava nua o máximo de tempo possível no quarto e imaginando eu batendo punheta lá fora enquanto a olhava. A Lúcia nunca me disse que sua mãe sabia disso e fiquei muito constrangido com a situação, no entanto minha tia me disse que eu não devia ter vergonha disso, que quase todos os meninos gostariam de estar no meu lugar e que na verdade ela ficava muito lisonjeada de saber o quanto eu a admirava e por aí foi fluindo a conversa. Ela continuava deliciosa, e na conversa foi deixando muito claro que se eu quisesse comê-la, bastava falar.
Claro que eu não perdi tempo, a festa terminou pouco antes da meia-noite e a essa altura meu tio, completamente bêbado já estava apagado na cama. A Lúcia tinha ido embora com o noivo, assim como as outras pessoas que estavam na festa, e disse que ia dormir na casa dele, ou seja, tudo no jeito. Ninguém estranhou o fato de eu ficar sozinho sob o pretexto de ajudar a tia a dar um jeito na bagunça, pois afinal eu era seu sobrinho e morava na casa ao lado, enquanto que a maioria morava um pouco longe. Assim que ficamos sozinhos ela se aproximou de mim e me deu um beijo na boca sensacional. Eu nunca tinha namorado nenhuma menina que beijasse tão bem, embora a Lúcia também beijasse muito bem. Ela falou que ia tomar um banho e que desta vez eu não precisava olhar escondido, que era pra eu entrar no chuveiro com ela. Topei, morrendo de medo de meu tio acordar, mas começamos a nos esfregar ali mesmo, curiosamente, da mesma forma que eu fazia com a Lúcia. Mas com essa idade meu pau era muito grande e grosso e minha tia não o largava, começou a chupá-lo freneticamente e eu acabei gozando em sua boca ali mesmo, embaixo do chuveiro. Ela disse que tudo bem, mas queria mais, acabamos de tomar banho e fomos para o quarto da Lúcia e lá continuamos a loucura. Ela conduzia tudo, e queria de tudo, na boca, no cuzinho, na buceta maravilhosa e apertadinha, enfim, essa noite foi uma loucura. Depois ela me contou que gozou mais de 5 vezes nessa noite, eu gozei 3 vezes, a primeira no chuveiro, depois dentro do cuzinho dela e depois na buceta, ou seja, serviço completo.
Depois dessa primeira vez, virou um vício. Meu tio e meu pai trabalhavam em uma metalúrgica multinacional gigantesca em horários alternados, uma semana de noite e uma de dia, só que os horários dos dois eram invertidos, ou seja, quando um trabalhava de noite o outro trabalhava de dia e vice-versa. Quando trabalhavam de dia chegavam em casa por volta de 19h e não tinha como fazer nada, porque eu também trabalhava. Mas quando trabalhavam de noite, saía de casa por volta de 19h e só voltava às 7h do dia seguinte. Aí as trepadas com a tia não falhava uma noite, nessa época eu não queria nem namorar para nada atrapalhar essas trepadas. Nosso sexo era espetacular, cada relação durava pelo menos uma hora e meia e eu ejaculava de 2 a 3 vezes nesse tempo, enquanto que a tia tinha também de 2 a 3 orgasmos de cada vez. Conforme fomos ficando íntimos minha tia me contou sobre os problemas com o tio, que era raro um final de semana que ele não ficasse bêbado, fato que eu presenciei várias vezes, isso quando não ficava bêbado também durante a semana. Aí ele queria um sexo brutal, que ela não gostava, ou então apagava literalmente. Além disso, segundo ela, ele tinha dificuldades de ereção, embora fosse jovem (talvez por causa da bebida em excesso) e seu pau era muito fino. Também me disse que sabia tudo sobre eu e a Lúcia, mas na verdade não era bem assim, a Lúcia apenas contou a ela que começamos a nos relacionar quando eu tinha 15 anos, não mencionou nada sobre os anos anteriores. Também me disse que era uma pena eu ser primo de sua filha, porque senão podíamos casar e formaríamos um lindo casal.
Enfim, esse relacionamento com minha tia durou até eu me casar e foi também durante esse período que eu comecei a sentir um tesão enorme pela minha mãe. Nos dias que meu tio estava em casa evidentemente eu não ia lá. Ficava em casa e observava minha mãe, muito parecida com minha tia, tanto de rosto quanto de corpo. Quando minha mãe ia tomar banho não costumava trancar a porta por dentro e eu vira e mexe abria a porta para perguntar coisas banais, mas apenas para ter um pretexto para olhar seu lindo corpo embaixo do chuveiro. Certo dia, eu realmente estava doido pra mijar e minha mãe estava embaixo do chuveiro. Embora ela também vira e mexe me visse nu, eu não achei legal entrar, tirar o pau pra fora e mijar na presença dela, então entrei no banheiro e falei que precisava mijar urgentemente e ela simplesmente disse: “então mija, ué”, qual é o problema. É que eu acho chato com a senhora aqui, respondi. Ela deu uma risada linda e completou: “meu filho, já te vi pelado várias vezes, uma a mais ou a menos não vai mudar nada”. Essa conversa, junto com a vontade de mijar, com o tesão que sentia por ela e com a carência pela minha tia, me deixou com o pau duríssimo, mas pensei: tudo bem, acho que ela não vai notar. Tirei o pau pra fora, mas acontece que quando se está com o pau muito duro é difícil mijar, então fiquei ali com o pau duro e não saía nada. Minha mãe olhou e disse: “acho que você está é com tesão por mim, não sai nada daí, só espero que não saia porra”. Fiquei vermelho e respondi que não ia sair, que pra sair porra tem que fazer um certo procedimento. Ela fechou o chuveiro, se secou rapidamente e se aproximou de mim. Fiquei paralisado, ela pegou meu pau, começou a me bater uma punheta e em poucos segundos eu gozei. Acho que nunca saiu tanta porra nas gozadas anteriores, eu não acreditava naquilo, depois de eu mesmo ter batido algumas punhetas pensando nela, agora ela batia uma pra mim. Depois ela mesma pegou papel higiênico, limpou meu pau e me mandou sair dali dizendo que depois conversaríamos sobre isso.
Claro que nessa semana meu pai estava trabalhando de noite, então nos sentamos na cozinha e ela começou a conversa: “lógico que você sabe que o que eu fiz foi errado, afinal é um i****to entre mãe e filho, por isso nunca mais espere isso de mim. Na verdade eu só fiz isso porque sei que esta semana você não está comendo a minha irmã e seus hormônios devem estar altíssimos”. Ela foi falando e deixando claro que sabia praticamente tudo sobre meu relacionamento com minha tia e também com a prima Lúcia. Nunca imaginei que ela pudesse saber disso, mas como ela e a irmã são muito próximas, muito amigas, ela deve ter pressionado um pouquinho e minha tia abriu todo o jogo. Ela deixou claro que acha muito errado esse relacionamento com minha tia, como também era com minha prima, afinal também trata-se de i****to, mas esse tipo de i****to era aceitável. Malandramente, argumentei que uma simples punheta não é o fim do mundo, mas ela parecia inflexível, disse que essa seria a única vez e ponto final.
Continuamos nossa vida com a mesma normalidade anterior, eu continuava comendo minha tia, continuava entrando no banheiro quando minha mãe estava no banho (agora entrava todos os dias, principalmente quando meu pai não estava em casa) e até mijei algumas vezes nessas entradas. Depois de umas 4 semanas depois dessa punheta, e de muitas punhetas individuais dedicadas à minha mãe, meu pai estava trabalhando à noite e nessa noite eu não entrei no banheiro pois fiquei olhando alguma coisa que estava cozinhando. Era verão, eu já havia tomado banho e estava apenas com um calção de jogar futebol, sem cueca. De repente minha mãe sai do banheiro, completamente nua, e vem até onde eu estava, na cozinha, gritando: “surpresa!!!”. Os biquinhos dos seus peitos parece que iam saltar do corpo, de tão duros, assim que a vi meu pau endureceu na hora. Ela me abraçou pelas costas e quando senti seus mamilos duros encostarem em mim, quase tive um orgasmo. Ela ficou se esfregando delicadamente nas minhas costas e me perguntou: “não ficou com saudade? Estranhei você não ter entrado no banheiro hoje”. A seguir começou a esfregar meu pau por cima do calção e falou: “parece que ficou com saudade sim, vamos matar essa saudade no seu quarto?”. Não acreditei, mas já entrei no quarto sem o short com ela logo atrás. Empurrei-a delicadamente para minha cama, virei-a de bruços, ainda sem acreditar que aquilo era verdade, e subi em cima dela, ficando de joelhos em cima de suas coxas, observando seu lindo cuzinho. Meu pau latejava e parecia que já estava ejaculando de tanto tesão, mas ela determinou: “nada de penetração, você pode esfregar seu pau no meu cu e na buceta, eu posso te fazer uma chupetinha, bater uma punheta, mas penetração, nem pensar”.
Bom, já que tem que ser assim, vamos começar, pensei. Comecei a esfregar meu pau no cuzinho dela bem devagarinho, de vez em quando descia com ele entre os lábios da buceta, às vezes ameaçava enfiá-lo na buceta e ela se retraía, dizendo para eu seguir as regras. Ninguém pode imaginar o quanto eu me segurei para não gozar, queria que aquilo durasse a noite inteira, mas não era possível. Em um determinado momento ela segurou meu pau com a mão e o manteve enfiado no rego raspando com a ponta no seu clitóris. Poucos segundos depois ela gozou de forma muito intensa, soltando gritos abafados por causa de seu rosto enfiado no meu travesseiro. Claro que a essa altura eu não aguentava mais de tanto tesão, mas segurei o máximo que pude, até que comecei a enfiar a cabeça de meu pau, completamente melado pelo gozo dela, no seu cuzinho. Ela disse que esse era o limite, a cabeça, então não perdi tempo, enfiava a cabeça, dava umas pequenas forçadas como se fosse enfiar o resto e tirava, e ficava repetindo isso até que não aguentei. Gozei na entrada do cuzinho, espalhando porra em sua volta. A porra começou a escorrer para a buceta e como eu não tinha nenhum pano por perto para limpar, comecei a lambê-la e saboreá-la. Acho que minha porra é a mais gostosa que já provei, minha mulher também gosta muito de engolir, até hoje. Depois disso nos vestimos e fomos para a cozinha, eu não tive coragem de falar nada, mas minha mãe tomou a iniciativa. Ela disse que isso jamais se repetiria, que estava envergonhada, que só fez isso porque tinha tomado um vinho com sua irmã pouco antes de eu chegar do serviço blá blá blá, blá blá blá. Tudo bem, concordei e mudamos de assunto.
No dia seguinte, quando cheguei do serviço ela estava preparando o jantar para nós – meu pai jantava no serviço dele. Sugeri que tomássemos um copo de vinho enquanto o jantar não ficava pronto e ela aceitou, mas achou estranho pois sabia que eu não era chegado a nenhum tipo de bebida alcoólica. Peguei a garrafa na geladeira e servi um copo para mim e um para ela. Ela começou a bebericar e eu fingia que estava bebendo também, mas quando ela dava uma bobeada eu completava o copo dela com o vinho que estava no meu copo. Em determinado momento ela comentou: “nossa, acho que estou ficando bêbada, melhor parar por aqui”. Eu disse que era bobagem, o dia seguinte era um sábado, eu terminaria de arrumar o jantar enquanto ela tomava banho, quando ela acabasse a gente jantaria e ia dormir. Ela acabou de tomar o vinho e foi tomar banho. Claro que eu entrei um pouco no banheiro para vê-la nua, e só nesse dia me dei conta que toda vez que eu entrava no banheiro ela se virava de frente pra mim, e sempre lavava a buceta enquanto eu estava lá. E ela fez exatamente isso, voltei para a cozinha e novamente ela saiu totalmente nua do banheiro e veio me abraçar. Claro que eu já estava com o pau parecendo um pedaço de peroba, de tão duro, mas ainda estava totalmente vestido, pois tinha chegado há pouco do trabalho. Ela começou a desabotoar minha camisa e eu nem deixei terminar, eu mesmo tirei a camisa, então ela passou a abrir minha calça. Aí eu já acabei de tirar tudo e fomos novamente para meu quarto e novamente fizemos como no dia anterior, mas desta vez, depois que ela gozou é claro, eu enfiei meu pau inteiro no cuzinho dela, ela deu uns gemidos mais fortes, mas não evitou, até que depois de algumas estocadas eu gozei dentro do cuzinho dela. Nem preciso dizer o quanto isso foi espetacular. Voltamos para a cozinha e desta vez ela começou a se abrir comigo.
Me contou que ela e a irmã dela são o que hoje chamamos de ninfomaníacas e que deviam ter herdado isso da mãe delas, que tinha a fama de gostar muito de sexo, tanto com homens, quanto com mulheres, apesar de ter nascido há muitos anos, no interior de Portugal, pelo jeito devia ser daquelas mulheres bem independentes em relação a tudo. Disse que realmente não acha certo esse tipo de relacionamento, mas que meu pai só queria trepar quando estava trabalhando de dia, e ainda assim apenas uma ou duas vezes por semana, ou seja, em todos os outros dias ela se masturbava sozinha, a maioria das vezes imaginando que estava trepando comigo, lembrando das vezes que eu entrava no banheiro e ela propositalmente se virava de frente para mim e esfregava sua linda buceta imaginando que era eu quem a esfregava, que morria de inveja da irmã dela e se lamentava por ela não ter um filho tão lindo quanto eu para quem ela também pudesse dar à vontade e ensinar muita coisa sobre sexo, que desde novinha ela fez com meu pai mais ou menos o que minha prima Lúcia fez comigo, que seu sonho era um dia dar para algum adolescente de 13 ou 14 anos que tivesse aquele tesão insaciável, mas sabia que isso dificilmente iria acontecer, Confessou também que já teve relacionamento com outras mulheres depois de casada e achou muito bom, mas nunca teve nada com outros homens e por aí foi fluindo a nossa conversa. Por fim, disse que não queria transformar isso em um hábito, que já tinha se decidido a não trepar mais comigo, até porque tinha medo que alguma hora não resistisse e permitisse que eu gozasse em sua buceta correndo o risco de engravidá-la, pois ainda nem tinha completado 40 anos, mas que hoje tinha ficado com muito tesão para conseguir resistir. Claro que eu argumentei que não tinha nada demais nisso, que o sexo era uma força incontrolável da natureza e que nada melhor do que fazer sexo limpo com uma pessoa que você conhece, que eu aceitava as regras dela, mas ela parecia inflexível.
Assim que acabamos de jantar eu fui tomar banho e minha mãe se deitou no sofá da sala para assistir um pouco de televisão. Ela estava usando apenas com uma camisola transparente. Eu acabei de tomar banho, coloquei um dos shorts de jogar futebol e me sentei no sofá de 2 lugares. Em poucos minutos ela estava cochilando e eu não conseguia tirar os olhos dos peitos dela e dos pelos de sua buceta. Comecei a alisar meu pau e não pude resistir, tirei o short e sentei-me no chão ao lado dela, delicadamente afastei a camisola de cima de um de seus peitos e comecei a lambê-lo devagarinho, apenas passando a língua no mamilo. Ela aparentava estar dormindo bem, mas conforme eu ia lambendo seu peito notei que a respiração dela estava ficando mais rápida. Descobri também o outro peito e fiquei alternando as lambidas com chupadas entre um peito e outro durante alguns minutos. Quando olhei para o rosto dela, estava com os olhos abertos e me pediu para continuar, ordem que obedeci imediatamente, mas uma das mãos já passou a alisar sua buceta. Ela fez um leve movimento para abrir um pouquinho as pernas, facilitando os movimentos da minha mão, ao mesmo tempo em que sua mão pendeu do sofá e encontrou meu braço que batia uma punhetinha devagar e guiei sua mão até meu pau, fazendo junto aquele delicioso movimento de vai-vem. Quando ela começou a gozar eu senti que ia gozar também, nisso ela sentou-se e enfiou meu pau em sua boca e continuou com uma chupeta magistral até eu gozar feito louco novamente. A seguir, pela primeira vez, eu beijei minha mãe na boca, sentindo uma vez mais o delicioso gosto de minha própria porra.
Depois disso, embora ela tivesse afirmado que isso não deveria virar um hábito, não teve jeito. Em uma semana era a tia e na outra era minha mãe mesmo. Esse relacionamento com minha mãe só terminou depois que eu já estava casado há alguns anos, pois sempre que eu podia estar com ela a gente dava um jeitinho de ficar sozinho e lá íamos nós para nossa sessão de sexo sem penetração vaginal.
Mas como eu disse, eu casei, com 24 anos. Nunca poderei dizer que minha vida de casado ficou monótona, minha esposa é muito bonita, tem um corpo muito bonito e gosta muito de sexo. Claro que tem uma ou outra fase que a intensidade diminui, mas não tenho do que reclamar em relação a sexo. Já a traí algumas vezes com outras mulheres, e tenho certeza que ela também já me traiu, inclusive com amigos nossos, da mesma forma que eu já a traí com amigas e até com parentes nossos. Um que eu tenho certeza que a comeu mais de uma vez foi um amigo chamado Marcos, que deveria ter pelo menos uns 10 anos a menos do que minha esposa. Certa vez, ele estava em uma festa em nossa casa, isso quando ainda tínhamos menos de 10 anos de casados, e festas em nossa casa eram sempre regadas com bastante bebida, embora como eu já disse lá atrás, eu praticamente não bebesse nada. Essa casa em que morávamos era muito grande, e nesse dia a gente tinha feito um churrasco na parte de baixo, que ficava nos fundos da casa. No final da festa, por volta de meia noite, eu estava conversando com alguns amigos e parentes e me despedindo de outros na entrada de nosso quintal, mas percebi que minha esposa e o Marcos desceram sozinhos, sorrateiramente, para o fundo do quintal, uma área muito fechada e na qual só se poderia ver alguma coisa pela janela de nossa lavanderia. Lá não tinha mais ninguém, os poucos que restavam estavam na parte de cima do quintal. Imediatamente eu dei uma desculpa e fui para a lavanderia pra ver se flagrava alguma coisa. Aproximei-me da janela discretamente e fiquei observando os dois, o Marcos dava umas olhadinhas para a escada para ver se ninguém descia, enquanto minha esposa, que estava com um vestidinho curto, recolhia alguma sujeira no chão. Depois de alguns segundos ela o chamou e deu um beijo em sua boca, ao mesmo tempo que pegava no pau dele por cima da bermuda que ele vestia. A seguir ela se virou de costas para ele e ele nem titubeou, abaixou um pouco sua bermuda, que era daquelas de elástico, tirou o pau pra fora, deu uma levantada na parte de trás do vestido e começou a esfregar seu pau na bunda dela, enquanto esfregava seus peitos com as mãos.
Aquilo me deixou surpreso, mas me deu um tesão desgraçado. Eles ficaram assim uns 3 ou 4 minutos, até que acho que ele gozou na bunda ou então na boca dela, pois de repente ela se virou para ele, se abaixou e chupou seu pau por alguns segundos. Logo em seguida eles subiram e eu voltei para a frente da casa, agindo como se nunca tivesse saído dali. Logo a seguir todos foram embora, menos o Marcos. Ele veio me perguntar se eu me importaria se ele dormisse lá em casa essa noite, pois tinha bebido um pouco demais e era perigoso ir embora assim. Eu disse que não tinha problema nenhum. Nossa casa tinha 3 quartos mobiliados porque costumamos receber parentes do interior, e ainda não tínhamos nenhum filho, pois decidimos ter filhos somente depois que estivéssemos com nossa vida totalmente equilibrada. Eu lhe emprestei algumas roupas e ele foi tomar um banho. Minha esposa veio me agradecer pela festa e me deu um beijo, onde eu pude sentir aquele gosto familiar que conheço desde a minha infância: porra. Mas eu não demonstrei nenhuma reação, esperamos o Marcos sair do banheiro e eu perguntei se ele não se importava de ficar sozinho alguns instantes, pois eu e minha esposa tínhamos o hábito de tomar banho juntos. Ele disse que não, é claro, e eu e minha esposa fomos para o banheiro. Quando ela tirou o vestido, notei que além de estar sem soutien, ela também estava sem calcinha, durante toda a festa, aí já comecei a imaginar o que não teria acontecido em outros momentos da festa. Eu sei que ele não comeu o cu dela porque ela não gostava, mas com certeza devia ter dado uns bons esfregas e talvez até comido sua buceta durante a festa enquanto estávamos todos lá no fundo e ela ficava sozinha na parte de cima preparando alguma coisa para comermos junto com o churrasco e ele, muito solícito, se prontificava a ir lá buscar e trazer para baixo e aquilo me deixava com um tesão louco. Quando saímos do banheiro, aleguei que estava com muito sono e dor de cabeça e iria dormir, minha esposa disse que iria a seguir. Eu me deitei e fiquei lá de pau duro, esperando que ela entrasse, até que adormeci antes dela entrar no quarto. Tenho um sono muito pesado, e só acordei depois das 7 da manhã e comecei a lembrar do dia anterior, logo comecei a ficar de pau duro.
Minha esposa costuma dormir completamente nua, então comecei a alisar os seus peitos, até que ela acordou, aí passei a alisar a buceta que em instantes ficou molhadinha, e resolvi dar umas lambidas para melhorar mais ainda, assim que comecei já senti novamente aquele gosto familiar de porra. O filho da mãe gozou duas vezes nela, uma lá embaixo e outra no quarto. Novamente fiz de conta que estava tudo normal e enfiei meu pau naquela buceta molhadinha. Gozei muito rápido de tanto tesão que eu estava pelo que tinha acontecido. Ela também gozou e deu uns gritinhos que com certeza dava pra escutar em toda a casa. Depois ficamos deitados por algum tempo e só então nos levantamos. Quando nos levantamos o Marcos estava sentado no sofá da sala e mais tarde comentou comigo: “a mad**gada foi boa, né? Eu escutei”. Pensei comigo: lógico que escutou, tanto comigo, quanto com ele mesmo, mas tudo bem. Na semana seguinte ela saiu com ele, com o pretexto de comprar alguma coisa para o apartamento novo dele, dizendo que ia apenas na loja e voltava em seguida e eu disse que tudo bem, não tinha problema, afinal ele era um dos nossos grandes amigos. Ele só a trouxe de volta mais de 4 horas depois, alegando que tiveram que ir em mais de uma loja, que teve problemas com crediário, enfim, tudo que é desculpa esfarrapada. Depois disso com certeza ele comeu ela em nossa própria casa mais de uma vez, pois um dia eu cheguei do serviço um pouco mais cedo do que o normal e lá estava ele. Sentado em uma cadeira na cozinha, ela preparando a janta, com o mesmo vestido que estava no dia da festa, e novamente sem soutien e sem calcinha. Na verdade eu estava feliz com tudo isso, ficava com um tesão enorme só de pensar em outro homem comendo minha mulher, e ele era um rapaz muito bonito, bem sedutor, então não posso condená-la por trepar com ele.
Depois dele eu tenho certeza de que houve mais alguns homens na vida dela, da mesma forma que existiram mulheres na minha vida. Em várias ocasiões em que fomos trepar eu lambia a buceta dela e sentia aquele gostinho inigualável de porra. Isso então virou um vício, todas as vezes que íamos trepar eu primeiro enfiava a língua na buceta dela para ver se sentia o gostinha característico da porra, mas claro que nem sempre ela estava com esse gosto. Minha grande preocupação era com a possibilidade de ela adquirir uma doença venérea, pois eu quando trepava com outras utilizava camisinha, mas eu não podia dizer pra ela usar camisinha com outros, afinal, para todos os efeitos, eu não sabia de nada. Mas felizmente até hoje estamos perfeitamente saudáveis.
Hoje, acho que ela deu uma sossegada, mas eu não. Há uns 3 anos atrás, um amigo meu, hétero, casado, com 3 filhos (por falar nisso, tivemos um casal de filhos), tomou um pouco a mais de bebida alcoólica aqui na minha casa e, quando ficamos sós, começou a falar de sexo, que tinha curiosidade sobre relações homossexuais e me perguntou se eu já tinha experimentado. Eu disse que não, apenas quando era criança (não falei com qual idade) e que depois nunca mais tinha tido nada. Ele me perguntou se eu não tinha vontade de fazer isso hoje e e respondi sinceramente que tinha curiosidade, mas não sei se teria coragem. Ele disse: “eu tenho curiosidade e tenho coragem, só teria que achar a pessoa certa”. Essa conversa foi evoluindo e combinamos que assim que tivéssemos oportunidade a gente faria um teste e, claro, essa oportunidade veio muito rápido. No dia seguinte minha esposa saiu logo cedo para fazer um curso e aproveitou para levar nossos filhos para a escola e eu fiquei sozinho em casa. Parece que ele adivinhou, pois chegou aqui logo depois das 9 horas e decidimos experimentar uma relação homossexual. Ele quis me mostrar o pau dele, que já estava duro, e eu consenti. Ele havia me dito que seu pau era pequeno e fino, e realmente era, mas não chegava a ser ridículo como alguns que se vê por aí. Ele pediu para eu mostrar o meu e eu mostrei. Claro que o meu ainda não estava tão duro quando o dele, mas ele ficou maravilhado. Perguntou se podia chupá-lo e eu disse que sim. Conforme ele foi chupando meu pau foi crescendo e ficando duro, e ele ficando cada vez mais maravilhado. Para ajudar, coloquei um filme pornô no DVD e ficamos na sala. Eu peguei o pau dele e comecei a bater uma punheta, e ele não tirava a boca do meu, mas em poucos segundos ele gozou. Achei que foi muito rápido, mas ele falou que era assim mesmo, que logo a seguir estaria pronto para outra, e realmente foi assim. Ele continuou chupando meu pau até eu gozar, quando estava quase gozando eu o avisei, mas ele quis continuar até eu gozar na boca dele.
Demos uma pequena pausa e recomeçamos. Eu peguei novamente no pau dele e comecei a punhetá-lo, mas como demorou um pouquinho para ficar duro, comecei a chupá-lo. Aí ficou duro rapidamente e eu comecei a lembrar das esporradas que levei na boca na minha infância e fiquei doido para ele gozar na minha boca também. Depois de alguns minutos ele também me avisou que ia gozar, mas eu pedi para continuar e saboreei sua porra, depois de tantos anos eu voltei a sentir o gosto da porra na minha boca, e que gosto, muuiiito bom. Depois ele começou a chupar novamente e quando meu pau já estava bem duro ele pediu para enfiar no cu dele, embora estivesse preocupado com a grossura. Peguei um gel próprio na gaveta do criado-mudo, besuntei meu pau e o cu dele e enfiei. Primeiramente, bem devagar, ele gemeu muito, gritou um pouco, mas logo se acostumou, e então eu pude ir até o fim. Gozei, como há muito não gozava. Aquele cuzinho virgem, apertadinho, estava me deixando louco. Perguntei se ele queria me comer também, e ele disse que sim. Fiquei um pouco temeroso, pois fazia muito tempo que não dava o cu, mas como ele já tinha gozado duas vezes e o seu pau era fino, foi tranquilo. Na verdade ele não chegou a endurecer totalmente, mas ele conseguiu me comer e gozar novamente, mas hoje já não sinto tanto tesão em dar o cu, na verdade prefiro muito mais comer. Depois desse dia ele só quis me comer mais uma vez, e eu permiti. Já chupei o pau dele algumas outras vezes nestes últimos anos, pedindo pra gozar na minha boca, mas normalmente é ele que me procura, doido pra chupar meu pau e pra eu comer o cu dele. Em boa parte das vezes nem toco no pau dele, ele fica me chupando e batendo punheta, ou então batendo punheta enquanto eu como o seu cu. Isso acontece mais ou menos duas vezes por mês, e o bom é que não levanta nenhuma suspeita, pois todos me consideram 100% hétero e ninguém imagina que eu tenha qualquer tipo de relação homossexual.
Bem pessoal, essa é a história básica, verdadeira, da minha vida sexual, que fico muito feliz em compartilhar com todos. Espero que tenham gostado e batido algumas punhetas enquanto a leram.

Bir cevap yazın

E-posta hesabınız yayımlanmayacak. Gerekli alanlar * ile işaretlenmişlerdir