Fui garota de programa de meu irmão!

Anal

Fui garota de programa de meu irmão!
Olá pessoal! Tenho 18 aninhos, 1,65 metros de altura, peso 54 quilos, sou um pouco magra, mas tenho seios siliconados e um bumbum bem empinadinho. A história que vou contar aconteceu tem uns três meses e até hoje ainda passo algumas noites em claro pelo que vivenciei! Acho que eu precisava me abrir com alguém sobre tudo que ocorreu e por esse motivo eu resolvi escrever esse conto…

O meu pesadelo começou quando uma amiga minha me incentivou a fazer programas. Isso mesmo, eu sou garota de programa! Trabalho com isso há cerca de 10 meses e minha família nem imagina dessa minha profissão. Minha mãe já é bem velhinha e viúva e meu irmão mais velho, o Endrigo, não quer saber de trabalhar. Por esse motivo eu não pensei duas vezes quando essa minha amiga me falou sobre um lugar onde poderíamos ganhar mais de cinco mil reais por mês!

Só que tudo tem seu preço! Além de eu ter que transar cerca de dez vezes por dia, eu ainda tenho que aturar o cafetão do local! Adonis, conhecido no ramo pelo vulgo “Doninha”, tem cerca de 1,70 metros de altura, é truculento, muito rabugento e gosta de explorar as meninas. Ainda rolam boatos de que ele costuma apagar os desafetos e por esse motivo nunca bati de frente com ele, mesmo com os absurdos que já me fez passar.

A boate chama-se “Adonis’ Night Club” e lá trabalham cerca de dez meninas que se alternam em shows de strip-tease e abordagem aos clientes nas mesas, tudo sob rígida supervisão de Doninha e seu “três oitão” na cintura! A entrada da casa custa trinta reais e dá direito a três latas de cerveja. Todas as meninas usam “nomes de guerra” e o meu é Jennifer. Eu ainda uso uma peruca cor de rosa e uma lente de contato azul para não ser reconhecida. O dia de maior movimento da casa é na quarta-feira, dia em que os homens costumam dar “perdido” em suas esposas e namoradas usando o futebol na TV com desculpa. E foi em uma dessas quartas-feiras que tudo aconteceu…

Nessa noite tinha rodada cheia do Brasileirão e a casa estava superlotada! Doninha estava enfurecido, pois duas de suas meninas haviam faltado e ele estava perdendo dinheiro, já que com menos garotas de programa à disposição, muitos clientes não estavam tendo seus pedidos atendidos.

Então, foi por volta das 22 horas que meu irmão Endrigo adentrou na casa e sentou-se sozinho em uma das mesas! Meu irmão vai se casar no fim do ano e pra mim ele era completamente apaixonado pela noiva e jamais seria capaz de trai-la. Mas agora ele era mais um entre os tantos que estavam ali, enganando suas companheiras e em busca de sexo pago. Mas essa não era a minha preocupação! Eu estava com muito receio em ser descoberta por ele…

Imediatamente fui para o outro lado da boate, mas para meu azar dei de cara com Doninha! E ele com os olhos esbugalhados e com sua voz fina, mas intimidadora, ordenou: “Jennifer! O que está fazendo aqui? Vá atender aquele rapaz! Todas as outras meninas estão ocupadas!”.

Eu jamais tinha negado qualquer pedido de Doninha, já havia feito coisas absurdas sem reclamar, tais como transar com velhos com idade para serem meu avô e caminhoneiros fedidos que não tomavam banho há dias. Mas dessa vez eu não tinha como não negar e desesperada falei: “Doninha! Eu não posso atender aquele rapaz! Ele é meu irmão!”. Doninha então apertou fortemente o meu braço e ordenou, dessa vez de forma muito mais ríspida e severa: “Eu não vou falar de novo! Pare de inventar coisas e vá imediatamente atender ao cliente! Já perdi muito dinheiro esta noite!”.

Eu não tive escolha! Além de poder perder meu emprego eu ainda corria o risco de ser espancada por Doninha e seus capangas. Então fui em direção ao meu irmão, torcendo para ele apenas me oferecer um drink e não pedir para fazer um programa comigo…

Mas assim que eu me apresentei como Jennifer ele pegou em minhas mãos e me levou em direção a um dos quartos, que ficavam no andar de cima, deixando o valor de um programa de duas horas nas mãos de Doninha, que nessa hora apenas me olhou torto, dando a entender que se ele perdesse aquele dinheiro, eu teria grandes problemas.

Naquele momento, a minha última chance era demovê-lo da ideia de fazer sexo com uma prostituta, então argumentei que ele era um rapaz muito bonito e que achava estranho ele precisar recorrer a sexo pago e perguntei se ele não tinha namorada ou algo assim. Depois de alguns segundos de silêncio, ele respondeu: “Sim, eu tenho uma noiva! Mas tenho algumas fantasias que não posso realizar com ela… E estou aqui por isso!”.

As coisas pioravam a cada minuto! Qual era a fantasia dele? Fiquei estática, assustada… E quando menos percebi, ele já havia tirado a calça e a cueca e estava apenas de camiseta polo na minha frente, em pé e de pau completamente duro! Ele pediu para eu começar com um boquete e eu não tive como negar! Eu tinha realmente muito medo do Doninha e de seus capangas e também não poderia me acusar pro meu irmão, pois não sei do que ele seria capaz…

Então comecei a chupar o pau dele! Primeiro dei alguns beijos no chapéu para criar coragem, fui engolindo a cabeça vagarosamente e logo estava abocanhando todo o seu membro. Ele me pedia para engolir todo o pênis, empurrava minha cabeça até o talo e me mantinha ali sufocada por alguns segundos, então me largava por um tempo e fazia novamente. Eu estava toda babada, meus olhos lacrimejavam e me dava vontade de vomitar, pois era muito difícil respirar com todo aquele caralho entalado em minha garganta.

Após uns dez minutos de sofrimento ele se deitou na cama, quando eu já imaginava que esse boquete brutal devia ser a tal fantasia dele, veio a surpresa: “Coloca um dedinho…”. Fiz uma cara de quem não havia entendido e ele insistiu: “Vamos! Coloca um dedinho!”. Continuei sem entender e não esbocei nenhuma reação, foi quando ele pegou minha mão e levou até o seu ânus. Puta que pariu! Meu irmão gostava de fio-terra! E mais uma vez, sem ter escolha, atendi o seu pedido! Enfiei meu dedo indicador no cu de meu irmão e continuei a fazer o boquete!

Ele empurrava minha cabeça pra baixo ao mesmo tempo em que pegava na minha mão e me obrigava a fazer um vai e vem com meu dedo em seu rabo. Endrigo gemia e se contorcia, até gozar depois de alguns minutos!

Então ele se levantou da cama, disse que ia tomar um banho e pediu para esperá-lo deitada. Eu ainda estava tensa com tudo, pois além de ser meu irmão eu não sabia o que mais ele iria querer. Endrigo tinha pagado por duas horas e tinham se passado até ali, pouco mais de trinta minutos!

Fiquei deitada na cama contando os minutos e torcendo para ele demorar bastante no chuveiro! E com o passar dos minutos, cada vez eu ficava mais feliz. Dez minutos, quinze minutos, vinte minutos… Até que com exatos vinte e dois minutos a porta do banheiro se abre e meu irmão aparece com uma calcinha fio-dental vermelha de rendinha! Aquilo foi uma verdadeira visão do inferno!

E pelo volume na calcinha, deu pra perceber que ele estava de pau duro. Fiquei estática, sem reação, até que ele disse: “Eu quero te comer agora! E como você comeu o meu cuzinho com o dedo, eu quero o seu agora!”. Tentei oferecer minha buceta, dizendo que era muito mais gostosinha e tal, mas ele queria a todo o custo comer meu cu! Nesse momento eu achei que era melhor apanhar dos capangas do Doninha, mas eu já tinha ido longe demais, não havia mais volta!

Então eu fiquei de quatro na cama e ele tirou o pau pelo canto da calcinha e passou a pincelar a entrada do meu cuzinho. Depois de algumas pinceladas, pude sentir a cabecinha entrando vagarosamente. E logo Endrigo foi enfiando pouco a pouco o pênis em meu rabo, até eu sentir que tinha entrado tudo, então ele começou com estocadas bem suaves e ritmadas e em menos de cinco minutos me disse que iria gozar de novo. Ele tirou a camisinha e ejaculou em minha bunda e costas. Pelo jeito ele sabia como comer um cuzinho, pois não me machucou em nenhum momento, ao contrário de muitos homens que me pagavam por sexo anal e eram bastante brutos.

Fui então ao banheiro limpar toda aquela porra em minhas costas e quando voltei, estava crente que o programa havia terminado, pois faltavam apenas uns vinte minutos para completar as duas horas. Mas me enganei… Meu irmão ainda estava de calcinha e após revirar sua mochila, retirou um cinta-caralha e falou: “Agora vamos brincar de inversão de papéis! Você vai vestir isso aqui e vai me comer! Eu vou ser a sua mulherzinha agora!”.

Achei uma loucura aquilo! Mas nem relutei dessa vez, pois quem ia se fuder literalmente agora era meu irmão… Vesti a cinta-caralha e comi a bunda dele! E Endrigo parecia realizado cavalgando em meu pênis falso, que devia medir cerca de 15 centímetros! Ficamos ali por vários minutos, ele gemia baixinho e por diversas vezes pedia para ser xingado de “putinha”, “mulherzinha”, “vagabunda”, etc… Enquanto subia e descia cada vez mais rápido! Pela facilidade com que o pinto de borracha entrava e saía, acredito que ele já seja contumaz na prática do “strap-on”… E eu ali embaixo assistindo aquele pênis penetrando o cuzinho de meu irmão fiquei pensando na vida e tive a certeza de que eu não era a única “estranha” da família, ou a que tinha segredos proibidos! Por alguns segundos me senti um pouco aliviada…

Fui interrompida e parei de viajar quando ele deu um grito mais alto e gozou pela terceira e última vez, então Endrigo saiu de cima da rola falsa meio desajeitado e colocou novamente toda sua roupa de homem, o programa finalmente tinha acabado! Antes de sairmos do quarto ele me deu um selinho e disse que tinha adorado o programa e que com certeza voltaria mais vezes ao puteiro para me encontrar.

Descemos para a pista central da boate e nos despedimos, ele novamente me elogiou prometendo voltar. Então ele foi até o bar tomar suas cervejas de consumação. Já passavam das duas da manhã quando meu irmão finalmente foi embora… Ao voltar pra casa naquela noite, Endrigo dormia profundamente em seu quarto junto com sua mochila cheia de segredos… Não preguei o olho durante a madr ugada, fiquei pensando na enorme chance que existia dele se tornar meu cliente assíduo! Ainda eram 8 horas quando pulei da cama e fui tomar café, meu irmão já estava na sala com a noiva e pude perceber que os dois brigavam e ela reclamava bastante do horário que ele voltou pra casa! Pra minha sorte, desde então, minha cunhada nunca mais deixou Endrigo sair sozinho.

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