A minha fama de pirocudo se espalhou

Babes

A minha fama de pirocudo se espalhou
O terceiro ano da faculdade pra mim foi uma maravilha, pois tive muitas experiências sexuais na minha sala! Eu não era aquela pessoa conhecida por todo mundo, mais era muito comentado pelas garotas da sala. Eu tinha o apelido de “pirocudo”, porque meu membro tinha 20 centímetros na época, e como transei com algumas da sala, a notícia foi se espalhando.

Mas vamos para a história principal! Era uma sexta-feira e eu fiquei na hora do intervalo na sala fazendo minha lição que estava atrasada quando percebi que algumas garotas que estavam juntas conversando começaram a falar de mim, logo eu não conseguia escrever mais nada de tanta curiosidade.

Passados uns quinze minutos, elas começaram a olhar para mim e rirem, fazendo gestos como se dissessem o tamanho do meu cacete. Foi aí que eu fiquei mais curioso ainda! A sala estava vazia então resolvi me levantar e chegar um pouco mais perto, as risadas aumentaram e percebi que algumas das meninas ficaram um pouco envergonhadas quando me aproximei. Então perguntei o motivo das risadinhas.

Mariana, uma morena maravilhosa e bastante desinibida virou pra mim e disse: “Estamos falando da suposta fama que você tem aqui na sala!”. Eu sem entender mais ainda perguntei: “Fama? Que fama que eu tenho? Estou ficando preocupado com essa história!”. Ela então olhou para o resto das meninas que estavam em círculo e falou: “Ai meninas! Eu vou falar… Estamos falando do tamanho do seu pênis!”. E apontando para minha caceta, disse: “E pelo que parece, pelo volume embaixo da sua calça, isso é verdade!”. E todas caíram mais ainda na risada!

Eu fiquei ali parado na frente delas sem saber o que falar. Todas elas levantaram e saíram andando, Mariana antes de passar por mim, falou baixinho: “Você tá muito bem falando, hein?!”.
Ela saiu andando e eu fiquei pensando naquilo. Depois do intervalo, a sala ficou sabendo que o último professor tinha faltado e não tinha substituto pra dar aula, então fomos dispensados pela diretora, mas quem quisesse ficar na sala adiantando os trabalhos e lições podia.

Eu fiquei, pois estava muito cansado e iria tentar dormir um pouco antes de ir para casa. Deitei a cabeça na mesa e fiquei pensando no que aquela garota tinha dito. De repente a porta bate e se abre, eu tomo um susto danado! Era a garota novamente… Mariana! Sempre conversei com ela, mas nada mais que isso, não éramos muito “chegados”! Ela é muito gostosinha, seios médios, daqueles que dão uma vontade enorme de chupar e uma bundinha redondinha. Aquela garota tinha cara de safada e corpo de princesa!

Ela chegou do meu lado e perguntou: “O que você tem?”. Eu respondi olhando pros peitinhos dela na maior cara de pau: “Estou com dor de cabeça!”. E ela: “Eu sei como resolver isso! Vamos conversar pra ver se passa!”.

Ela se sentou na minha frente, com as pernas semiabertas. Ela estava com uma calça “legging” bem coladinha, que dava pra ver a marquinha da calcinha! Uma delícia! Mais uma coisa me deixava curioso: como seria aquela bucetinha? Fiquei pensando e não parava de olhar para aquela bela racha marcada na calça. Ficamos conversando por uns 20 minutos, quando o papo começou a esquentar: começamos a falar sobre sexo! Ela olhou pra mim e comentou sobre o que tinha acontecido na hora do intervalo: “As meninas falaram que você tem uma rola bem grandinha! É verdade?”. Eu olhei pra ela e respondi sem timidez alguma: “Ah, a sala está vazia agora! Quer medir?”.

Ela sem hesitar, pegou na minha calça, que já estava com muito volume devido ao nosso papo, abriu o zíper e a rola pulou pra fora! Ela falou demonstrando espanto: “Nossa! É grande mesmo!”. E deu umas risadinhas sacanas. Resolvi entrar na brincadeira pra valer, pois aquela garota estava querendo putaria: “É sim, mas agora que eu mostrei minha rola, por que você num mostra esses seus peitinhos?”. Ela apenas precisou levantar a blusa, já que estava sem sutiã! Pularam pra fora duas tetas rosinhas deliciosas! Naquela hora eu fiquei louco! Cheguei perto dela e comecei a apalpar aquelas tetinhas bastante duras! Ela gemia e gemia! E eu apertava sem parar!

Até que uma hora ela não aguentou de tesão, se abaixou e começou a chupar minha rola com muito gosto! Naquela hora, eu virei os olhos e dei um urro de tesão. Ela chupava como uma profissional! Engolia toda o “cabeça”, ia até a base da caceta e amaciava as bolas do saco. Eu estava me segurando para não gozar naquela boquinha macia!

Tirei a blusa dela e depois a calça, arranquei a calcinha que já estava atolada no reguinho e dividindo a bucetinha, muito molhada. Comecei a chupar os peitinhos e ela falava putarias bem baixinho: “Chupa meus peitos, vai pirocudo!”.

E chupei com muita vontade! Apalpei, apertei, deixei ela doidinha de tesão e toda arrepiada! Então me debrucei em cima dela e entre um beijo e outro, fiz a proposta em seu ouvido: “Quero fazer um meia-nove na mesa do professor!”. O sorriso dela denunciou que a sua vontade era a mesma que a minha!

Então nos posicionamos em cima da mesa do professor. Eu fiquei deitado e relaxado sobre a mesa, ela veio por cima de mim, encaixando a bucetinha em minha boca. Assim que ela terminou de se ajeitar, ela passou seus braços em volta das minhas coxas procurando a melhor posição e então começou a me punhetar e chupar com muita vontade, babando todo o comprimento de minha caceta!

E eu fiz o mesmo! Abri sua bucetinha e procurei seu clitóris, que não foi difícil achar, pois estava totalmente durinho, totalmente exposto e, sinceramente, só me esperando. Cai de boca nele e também babei e deixei ainda mais molhadinha a sua xoxotinha. Por alguns momentos eu perdia a concentração, pois eu sentia uma excitação muito grande e tinha a vontade de parar tudo e gozar na sua boquinha, mas por outro lado eu tinha que dar o prazer ao mesmo tempo e ainda estava aguardando ansioso a hora de penetrar aquela bucetinha cheirosa e suculenta!

Ela percebeu que eu não ia gozar tão cedo e disse baixinho: “Agora quero sua pica na minha bucetinha! Quero ver esse pirocão gostoso me encher de leite!”. Eu coloquei-a de costas pra mim e enfiei a rola nela. Ela deu um grito de tesão e comecei a bombar forte, e a cada bombada era uma gemida. Ela gemia, xingava, urrava e mexia na bucetinha delicadamente, foi assim até ela dar uma bela gozada! Nessa, eu não me aguentei e acabei gozando também! A gente se vestiu e ela falou que quando desse, era pra eu ir na casa dela pra gente “estudar” e quem sabe repetir a dose. Eu falei: “Claro! Não vou recusar uma bucetinha tão doce!”.

Ela riu, ajeitou a calcinha por baixo da calça e foi para o lugar dela adiantar os trabalhos da faculdade. Depois de um tempo, algumas das meninas voltaram para sala. Elas se juntaram de novo, e pelo que consegui escutar de cochichos, a Mariana acabou contando tudo o que tinha acontecido e aproveitou para atestar que o tamanho do meu membro era grande mesmo.

Uma delas, a Jéssica, que por sinal era a mais gostosa da sala e bastante cobiçada pelos meus amigos, olhou pra mim com cara de desejo, chegou do meu lado e falou: “Eu também vou querer experimentar qualquer dia, viu?”. Olhei pra ela e dei uma risadinha sacana! E ainda estou aguardando com ansiedade esse dia chegar…

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